EEG
NeuroLab
EEG e polissonografia
O fuso do sono que ninguém desenhou
Aba Hipnograma: arraste o cursor lá para modular este traçado
A oscilação lenta e o complexo K vêm de uma corrente de potássio que depende do sódio acumulado pelos próprios disparos. Ela é o que empurra o córtex ao estado silencioso.
Reduzir aprofunda a dessincronização. Entre 0,8 e 0,6 há uma transição abrupta: a amplitude cai de 57 para 7 mV.
O segundo parâmetro que os autores usam para mudar de estágio. Ambos são sensíveis a noradrenalina, serotonina e acetilcolina.
Os fusos nascem aqui. A população reticular hiperpolariza a relé, que desinativa a corrente de cálcio tipo T e responde com um rebote, que realimenta a reticular. Não existe relógio de 14 Hz no modelo.
É ele que hiperpolariza o tálamo. A corrente T só desinativa abaixo de -81 mV, mas acima de 0,13 o vazamento é tão forte que a oscilação morre.
Responsável pelo crescer e minguar do fuso e pelo período refratário entre eles. Reduzir aumenta a frequência de fusos, aumentar espaça.
Mudar a janela reinicia o registro.
O traçado corre em tempo real, da esquerda para a direita, como papel de polissonografia. As linhas grossas do papel marcam 1 segundo. Mexer nos controles não reinicia o registro: os parâmetros entram na dinâmica ao vivo, e você vê o traçado mudar de caráter enquanto ele corre.
Modelo de massa neural talamocortical de Schellenberger Costa M, Weigenand A, Ngo H-VV, Marshall L, Born J, Martinetz T, Claussen JC (PLoS Comput Biol. 2016;12(9):e1005022), com o módulo cortical de Weigenand A e colaboradores (PLoS Comput Biol. 2014;10:e1003923). A cinética da corrente de cálcio tipo T segue Destexhe e colaboradores (1996) e a da corrente h segue Chen e colaboradores (2012).
